Sem Você Eu Não Sou Nada | |
| Strange infatuation seems to grace the evening tide | Estranha paixão parece encantar a maré de noite |
| I'll take it by your side | Eu levarei isso ao seu lado |
| Such imagination seems to help the feeling slide | Tal imaginação parece ajudar os sentimentos deslizados |
| I'll take it by your side | Eu levarei isso ao seu lado |
| Instant correlation sucks and breeds a pack of lies | Correlação imediata bombeia e gera um pacote de mentiras |
| I'll take it by your side | Eu levarei isso ao seu lado |
| Over-saturation curls the skin and tans the hide | Saturação extra enrola a pele e bronzeia o couro |
| I'll take it by your side | Eu levarei isso ao seu lado |
| Tick, tock | Tick tock |
| Tick, tock | Tick tock |
| Tick, tock | Tick tock |
| Tick, tick | Tick tick |
| Tick, tick, tick | Tick tick tick |
| Tick, tick, tick | Tick tick tick |
| Tick, tock | Tick tock |
| Tick | Tick |
| I'm unclean, a libertine | Eu sou um sujo, um libertino |
| And every time you vent your spleen | E toda vez que você desabafa sua melancolia |
| I seem to lose the power of speech | Eu pareço perder o poder da fala |
| You're slipping slowly from my reach | Você está deslizando lentamente de meu alcance |
| You grow me like an evergreen | Você me cultiva como uma sempre-viva |
| You've never see the lonely me at all | Você nunca viu meu lado solitário. |
| I | Eu |
| Take the plan, spin it sideways | Leve o plano, gire lateralmente |
| I | Eu |
| Fall | Caio |
| Without you, I'm nothing | Sem você eu não sou nada |
| Without you, I'm nothing | Sem você eu não sou nada |
| Without you, I'm nothing | Sem você eu não sou nada |
| Take the plan, spin it sideways | Leve o plano, gire lateralmente |
quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
Placebo - Without You I'm Nothing (live, Rock Am Ring 2003)
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Without You I'm Nothing
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
Metabolic Pathways
Do you think you have any control over your body?
Do you think you know enough about you?
Do you dare to know how your body works?
Are you limited enough to think that the human being is just a collection of organs that work in synchronicity?
Are you sure that anabolic androgenic steroids, or antidepressive pills are all good to you?
Against pseudoscience, simplified conclusions, fallacies and deliriums of self-sufficiency.
Do you think you know enough about you?
Do you dare to know how your body works?
Are you limited enough to think that the human being is just a collection of organs that work in synchronicity?
Are you sure that anabolic androgenic steroids, or antidepressive pills are all good to you?
Against pseudoscience, simplified conclusions, fallacies and deliriums of self-sufficiency.
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
This is England (Shane Meadows, 2006)



This is England
Direção: Shane Meadows
Elenco: Thomas Turgoose, Stephen Graham, Jo Hartley, Andrew Shim, Vicky McClure, Joseph Gilgun
Prêmios:
British Independent Film Award (2006): Best British Independent Film, Most Promising Newcomer (Thomas Turgoose).
London Film Festival (2006): UK Film Talent Award
Gijón International Film Festival (2007): Young Audience Award ("Enfants Terribles")
Newport International Film Festival (2007): Best Director Award
BAFTA Film Award (2008): Best British Film
Mons International Festival of Love Films (2008): Best European Film, Young European Jury Award
Em 1983, um garoto de doze anos de uma pequena cidade inglesa sofre a perda do pai, na guerra das Malvinas. Isolado e vítima de bullying na escola, o garoto fica amigo de uma gangue de skinheads. Shaun descobre o seu primeiro amor, as festas e adquire suas primeiras botas Dr. Martens. Conhece Combo (Stephan Graham), mais velho, skinhead racista e recentemente saído da prisão. Combo traz as suas novas ideias para o grupo e aí começam as ameaças aos vizinhos imigrantes, esta fase representa, para Shaun, a passagem da inocência para a vida adulta.
Um filme muito autobiográfico, segundo Meadows, que foi skinhead. O filme também retrata a infiltração da National Front, os radicais de extrema direita ingleses, que foram ganhando influência nestes grupos de jovens de bairros suburbanos, com muito tempo livre, que tinha uma maneira diferente de se vestir. Uma inspiração militarista ganha forma... as botas Dr. Martens. E aí se enquadra uma indentidade.
O movimento original skinhead surgiu nos finais dos anos 60, no seio da comunidade jamaicana. Desde cedo, este movimento se revelou multicultural, abrangendo negros e brancos, atraídos principalmente pela música reaggae/ska. Só a partir dos anos 80, com a influência dos grupos racistas e extremistas, que se foram apoderando do conceito visual skinhead, o movimento ganhou notoriedade pelas piores razões. Este filme de Shane Meadows exprime fielmente essa passagem do tempo da nossa recente história.
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domingo, 29 de novembro de 2009
ATO III - CENA I - Solilóquio de Hamlet
Ser ou não ser - eis a questão.
Será mais nobre sofrer na alma
Pedradas e flechadas do destino feroz
Ou pegar em armas contra o mar de angústias –
E combatendo-o, dar-lhe fim? Morrer; dormir;
Só isso. E com o sono – dizem – extinguir
Dores do coração e as mil mazelas naturais
A que a carne é sujeita; eis uma consumação
Ardentemente desejável. Morrer – dormir –
Dormir! Talvez sonhar. Aí está o obstáculo!
Os sonhos que hão de vir no sono da morte
Quando tivermos escapado ao tumulto vital
Nos obrigam a hesitar: e é essa reflexão
Que dá à desventura uma vida tão longa.
Pois quem suportaria o açoite e os insultos do mundo,
A afronta do opressor, o desdém do orgulhoso,
As pontadas do amor humilhado, as delongas da lei,
A prepotência do mando, e o achincalhe
Que o mérito paciente recebe dos inúteis,
Podendo, ele próprio, encontrar seu repouso
Com um simples punhal? Quem aguentaria os fardos,
Gemendo e suando numa vida servil,
Senão, porque o terror de alguma coisa após a morte –
O país não descoberto, de cujos confins
Jamais voltou nenhum viajante – nos confunde a vontade,
Nos faz preferir e suportar os males que já temos,
A fugirmos pra outros que desconhecemos?
Será mais nobre sofrer na alma
Pedradas e flechadas do destino feroz
Ou pegar em armas contra o mar de angústias –
E combatendo-o, dar-lhe fim? Morrer; dormir;
Só isso. E com o sono – dizem – extinguir
Dores do coração e as mil mazelas naturais
A que a carne é sujeita; eis uma consumação
Ardentemente desejável. Morrer – dormir –
Dormir! Talvez sonhar. Aí está o obstáculo!
Os sonhos que hão de vir no sono da morte
Quando tivermos escapado ao tumulto vital
Nos obrigam a hesitar: e é essa reflexão
Que dá à desventura uma vida tão longa.
Pois quem suportaria o açoite e os insultos do mundo,
A afronta do opressor, o desdém do orgulhoso,
As pontadas do amor humilhado, as delongas da lei,
A prepotência do mando, e o achincalhe
Que o mérito paciente recebe dos inúteis,
Podendo, ele próprio, encontrar seu repouso
Com um simples punhal? Quem aguentaria os fardos,
Gemendo e suando numa vida servil,
Senão, porque o terror de alguma coisa após a morte –
O país não descoberto, de cujos confins
Jamais voltou nenhum viajante – nos confunde a vontade,
Nos faz preferir e suportar os males que já temos,
A fugirmos pra outros que desconhecemos?
Conexões:
Hamlet,
Literatura,
Ser ou não ser,
Solilóquio de Hamlet
Medo (Isaías do Maranhão)
A LUTA AINDA NÃO COMEÇOU.
Ela se esconde na carne-humana,
comida na história.
Sou um cigarro de crime,
tragando a vida na boca
de tua consequência.
Oh! América, cofo de câncer.
Não estou morto em ti, passei pela
morte quando provei a verdade.
IRMÃOS. Trago na boca
a nata amarga do silêncio
coalescente à língua entre dentes
quebrados no denunciar.
Ela se esconde na carne-humana,
comida na história.
Sou um cigarro de crime,
tragando a vida na boca
de tua consequência.
Oh! América, cofo de câncer.
Não estou morto em ti, passei pela
morte quando provei a verdade.
IRMÃOS. Trago na boca
a nata amarga do silêncio
coalescente à língua entre dentes
quebrados no denunciar.
Conexões:
Isaías do Maranhão,
Literatura,
Medo,
Poesia
Usina do crime (Isaías do Maranhão)
HOJE A MORTE ME VISITOU.
Arranquei da boca um xeque-mate
de palavras e baralhei os gritos
no afiado dos dentes.
Amarraram minhas mãos na mão da morte,
não neguei a hora, o derradeiro minuto
dormiu comigo.
Menino acorrentado, torno-me combatente.
Espio nas madrugadas geladas os rastros
dos inimigos e não dormirei um segundo
à morte de meu povo.
O crime era usinado, na mesa e no livro
da palavra. Minha boca ferida sonhava,
um dente de meu irmão embrulhado
na língua, caía em minha cela.
No corredor, um corpo era arrastado
por homens encapuzados.
Os fuzis pariam guerra, meu povo
a bebia como chaga na face encarcerada.
Meia-noite. Nas celas, os chicotes
cortavam palavras.
Do outro lado da vida, o povo
sentava-se à mesa servida a crime,
corrupção, medo e terror. E as promessas
dos deuses geravam folhas de primavera
queimada.
E neste cemitério de vivos,
foi proibido o canto, a palavra
e o sonho. E no inferno da USINA,
eu bebia torturas e a dor de minha
gente.
NO ACREDITAR, QUE UM DIA O POVO
VENCERÁ A MORTE.
Arranquei da boca um xeque-mate
de palavras e baralhei os gritos
no afiado dos dentes.
Amarraram minhas mãos na mão da morte,
não neguei a hora, o derradeiro minuto
dormiu comigo.
Menino acorrentado, torno-me combatente.
Espio nas madrugadas geladas os rastros
dos inimigos e não dormirei um segundo
à morte de meu povo.
O crime era usinado, na mesa e no livro
da palavra. Minha boca ferida sonhava,
um dente de meu irmão embrulhado
na língua, caía em minha cela.
No corredor, um corpo era arrastado
por homens encapuzados.
Os fuzis pariam guerra, meu povo
a bebia como chaga na face encarcerada.
Meia-noite. Nas celas, os chicotes
cortavam palavras.
Do outro lado da vida, o povo
sentava-se à mesa servida a crime,
corrupção, medo e terror. E as promessas
dos deuses geravam folhas de primavera
queimada.
E neste cemitério de vivos,
foi proibido o canto, a palavra
e o sonho. E no inferno da USINA,
eu bebia torturas e a dor de minha
gente.
NO ACREDITAR, QUE UM DIA O POVO
VENCERÁ A MORTE.
Conexões:
Isaías do Maranhão,
Literatura,
Poesia,
Usina do crime
O caixão dos chacais (Isaías do Maranhão)
Não tenho tambores
na marcha
GRITO.
Meus dentes já não guardam
mais a língua amarrada
CANTO.
O SOL já beijou
a LUZ e se deitou.
LEVANTO.
Vejo na cidade tochas
de fogos penduradas
em ferro e concreto,
GRITO.
E antes do SOL se acordar
à sombra do dia, é vendida
e comprada a noite,
CANTO.
E em procura dos CHACAIS,
me torno PUNHAIS
E
- MARCHO
na marcha
GRITO.
Meus dentes já não guardam
mais a língua amarrada
CANTO.
O SOL já beijou
a LUZ e se deitou.
LEVANTO.
Vejo na cidade tochas
de fogos penduradas
em ferro e concreto,
GRITO.
E antes do SOL se acordar
à sombra do dia, é vendida
e comprada a noite,
CANTO.
E em procura dos CHACAIS,
me torno PUNHAIS
E
- MARCHO
Conexões:
Escritor,
Grito,
Isaías do Maranhão,
Literatura,
O caixão dos chacais
sábado, 28 de novembro de 2009
Multitasking means multistucking
Multitasking means multistucking.
Multitasking
Multitasking
Multitasking
Multistucking
Multistucking
Conexões:
Autorretrato,
Cérebro e Mente,
Multitasking
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